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Desejo Perigoso

Por Delta de Vênus

Importante: este texto, publicado às 00h, não é recomendado a menores de 18 anos. 

Sou casado com Malu há 5 anos. Ela é uma esposa fantástica e fenomenal. Tanto que, no momento, só ela trabalha enquanto eu estudo para prestar concurso público a fim de termos uma vida mais digna. Seu amor por mim é realmente imensurável! Por isso, sinto-me culpado por tudo que venho fazendo com ela… Porém, não consigo largar este vício.

No início do ano passado, uma sobrinha órfã dela veio morar conosco. Luana, 16 aninhos, linda, loira, olhos cor de mel, cabelos longos e rebeldes que evidenciavam ainda mais seu jeito Lolita de ser. Nem prestei muita atenção nela, porque sempre fui louco pelas morenas. Mas algo me chamava a atenção naquela menina. Por isso, aceitei que morasse conosco durante um tempo até minha sogra se recuperar de um câncer de mama.

Luana passou a me ajudar nos serviços de casa. Era muito prestativa e solícita; ajudava-me em tudo – até adorava cozinhar. Isso fez com que diminuíssemos os gastos, pois dispensamos a empregada. Ela era muito falante e curiosa, haja vista que queria saber e aprender tudo. Em suma, uma presença muito agradável. Chamava-me constantemente de tio. Isso durante algum tempo não me causava impacto… O problema foi quando este tio passou a ser malicioso.

Acordávamos cedo, tomávamos café juntos e organizávamos a casa até às 13h; hora em que ela ia ao colégio. Numa dessas manhãs, apareceu com uma camisolinha de algodão fininha que deva para ver direitinho o contorno de seu corpo e seus seios medianos e durinhos. Na ocasião, disse um bom dia tio de um modo todo malicioso e foi à geladeira pegar geléia.

Fiquei observando aquela cena e aquela calcinha micro que ela usava. Voltou, sentou-se com as pernas cruzadas à Sheron Stone e me disse: Tioooo, hoje você vai transar com a tia denovoooo??? Eu quero ver; aliás, eu adoro ver!!! Eu me engasguei com o café, fiquei totalmente sem jeito e respondi bravo que uma menina com a idade dela não poderia ficar vendo aquelas coisas. Ela, ainda mais maliciosa, respondeu que adorava porque para o prazer não tinha idade e que já era mocinha para isso. Dizia que já tinha desejos e adorava ver aquela sacanagem toda que rolava. – Meu pau estava duro debaixo da mesa, não só por ver aquela mulher mirim cheia de desejos, mas por escutar tudo aquilo tão abertamente.

Durante o dia, nem conseguia olhar para ela; que já havia se trocado e usava um shorts curtíssimo enfiado na bunda e uma blusa que mostrava a barriga. Ela também nem ligou para mim, mas fez de tudo para me provocar. Não saía da minha frente com aquela roupa escandalosa. Fiquei até as duas da tarde com o pau duro como uma pedra. Ela foi para escola, e isso me foi um alívio.

Fui dormir e tranquei a porta do quarto. Minha esposa estranhou aquilo, mas achei melhor assim. Passou um tempinho… E antes de começar a brincadeira, pensei que seria melhor deixar a porta aberta, pois queria ver a ousadia da menina. Minha esposa era deliciosa… Uma morena bunduda e peituda que representava tudo que um homem almejaria na cama. – Uma gostosa que adorava sexo.

Começamos a nossa brincadeira… E quando eu olhei para a porta dei de cara com Luana, linda, que se acariciava enquanto eu comia Malu que estava de quatro. Ela tocava seu sexo e depois lambia os dedos, enquanto olhava para mim. Aquilo me deixou maluco… Parecia cachorro no cio! Minha mulher gemia com a minha intensidade e eu não tirava o olho de Luana e daquela cena. Gozei como um louco dentro da minha mulher, mas imaginava que estava metendo em Luana.

No dia seguinte, quando estava na cozinha preparando café, eis que surge Luana só de calcinha e com o sutian meio posto. Virou de costas, com aquela calcinha micro enfiada na sua bunda e me pediu que abotoasse a peça no corpo dela. Fi-lo e ela me agradeceu com um beijo no rosto sentando-se semi-nua na mesa. Eu fiquei louco! Disse para ela sair dali e ir se vestir, senão eu ia mandá-la de volta para a casa da avó. Ela começou a chorar e implorou para que eu não fizesse aquilo. Fiquei com pena e disse que não iria fazê-lo. Pedi, então, para ela parar de chorar. A Lolita sorriu, veio até mim e disse: – Jura, tioooo??? E passou a língua no canto da minha boca…

Eu levantei maluco, joguei-a contra a pia e disse: O que você quer, hein puta mirim? Ela me respondeu pegando no meu pau: Isso!!! Empurrei-a, afastei-me dela e disse não com a cabeça. Depois, não me controlei e puxei-a de novo para a pia da cozinha e enfiei a língua na boca dela; e a boca dela me sugou como se eu fosse um dos pirulitos que ela vivia chupando na minha frente para me provocar. Beijei loucamente a boca dela, encostei-a na pia e fui roçando meu pau naquele sexo frágil. Quando meti a mão sobre a sua calcinha, ela já estava meladinha e deliciosa.

Neste tempo, ela me apertava contra seu corpo, dizia-me para comê-la, pois queria sentir meu pau dentro dela e que não agüentava mais se masturbar pensando em mim. Aquilo ia me enlouquecendo… Fui me esfregando nela, de modo a fazê-la sentir meu sexo. Levei-a para o sofá, lambi sua menina por cima da calcinha molhadinha enquanto ela se contorcia. Fui puxando a calcinha dela até os pés… Aí ela abriu as pernas, esfregou seu clitóris, e labeu os dedos. Fez isso de novo e me deu os dedos para eu lamber… Lambi, mas logo lambuzei seu líquido por completo. Fui de língua bem aberta e lambi seu clitóris e todos os seus lábios.

E nessa pegada mordia devagarzinho seu grelinho e chupava-o gostoso. Ela gemia e pedia para eu chupá-lo com mais força. Eu o fazia… Enfiei a minha língua toda dentro dele e ela dizia que ia chamar a polícia para me prender, pois eu estava abusando de menores. Puxava-me o cabelo e me enfiava na sua menina cada hora mais melada. Eu engolia aquele mel que escorria e ela delirava em gemidos mais altos. Sem pudor nenhum, falava besteiras… Até que gozou na minha boca, delirantemente. Fui subindo e beijando o corpo todo dela…

Enlouquecido de prazer, disse que era a vez dela. A safada desceu com a língua no meu corpo; copiando os movimentos da tia. Ia me lambendo e olhando para mim… Molhou-me todo de saliva e depois abocanhou meu pau de uma maneira louca. Lambia a cabecinha, chupava intensamente, lambia de novo, chupava ainda mais, até que parou, virou de quatro pra mim e disse que queria perder a virgindade naquela posição.

Pra quê? Delirei! Eu a lambi novamente para estimulá-la bastante. Em contrapartida, ela gemia e pedia ele lá dentro. Então, coloquei a cabecinha… Ela se afastou um pouco, mas a puxei para junto a mim novamente e o meninão entrou mais um pouco. Ela gritou e pediu para que eu parasse, mas eu estava louco e não parei… Ela tentou se afastar, mas eu a puxei novamente até ele entrar com tudo. Ela gritou e disse para eu parar, mas fui a penetrando naquela coisinha apertada. Ela gritava… E quanto mais gritava mais eu metia e dizia que ela que havia pedido aquilo e agora não teria mais jeito…

Naquela hora ela foi ficando louca e gostando… Começou a gemer e pedir para que eu continuasse… Eu disse que não queria mais e que ia parar. Ela disse que não e virou de frente para mim. Fizemos um frango assado maravilhoso enquanto nos beijávamos incessantemente como loucos. Sentei no sofá e a coloquei sentada sobre o meu pau. Aí ela começou a rebolar gostoso como uma profissional… Gemia, batia na minha cara e se masturbava loucamente. Eu estava louco! Botei-a de quatro e meti até gozar bem gostoso dentro daquela xaninha não mais virgem. Depois ela veio, lambeu meu pau e não me deixou uma só gota. Foi do caralho!

Desde então, transamos todos os dias durante o dia e à noite ela me assiste fodendo a minha esposa. A Malu nem desconfia… Na verdade, mal sabe da vadia que mora debaixo do teto dela.

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